
Cirurgia dermatológica · Lobuloplastia
O uso prolongado de brincos pesados, os alargadores ou um puxão acidental podem modificar o formato do lóbulo da orelha e, em alguns casos, provocar um rasgamento parcial ou completo. A lobuloplastia é uma cirurgia destinada à reconstrução dessa região, considerando a extensão da alteração e as características do tecido. Para quem procura correção de orelha rasgada em Curitiba, a avaliação dermatológica permite examinar o lóbulo, esclarecer as possibilidades cirúrgicas e conversar sobre cicatrização, cuidados posteriores e eventual colocação de novos brincos.
Atendimento em Curitiba
Cirurgia dermatológica
Informações para pacientes

A lobuloplastia é um procedimento cirúrgico que busca reconstruir o contorno do lóbulo da orelha. Pode ser considerada em situações como rasgamentos, alongamento dos furos de brincos ou alterações relacionadas ao uso de alargadores. A técnica é definida individualmente, de acordo com a quantidade e a qualidade do tecido, a extensão da alteração e as características de cada paciente.
O objetivo é reorganizar os tecidos para reconstruir o lóbulo. A aparência da cicatriz e o formato final variam de uma pessoa para outra, razão pela qual a avaliação pré-operatória é uma etapa importante.
Entre as situações em que a cirurgia pode ser considerada estão o rasgamento completo do lóbulo, a abertura parcial do furo do brinco, o alargamento progressivo do orifício e alterações após o uso de alargadores. Traumas e assimetrias também são motivos que podem levar à procura por avaliação.
Essas situações não determinam automaticamente a necessidade de cirurgia. A decisão depende do exame do lóbulo, do histórico e dos objetivos individuais.
Durante a consulta, são examinados o formato da orelha, a extensão da abertura e as condições da pele. O planejamento leva em consideração a posição da alteração, a presença de cicatrizes anteriores e o tecido disponível para a reconstrução.
A lobuloplastia costuma ser um procedimento ambulatorial realizado com anestesia local. As condições para cada cirurgia, porém, são definidas individualmente durante a avaliação pré-operatória.

De modo geral, o procedimento envolve o preparo da região alterada, o reposicionamento dos tecidos e o fechamento com suturas planejadas para o caso. A técnica pode variar conforme o tipo de rasgamento ou alargamento e a presença de alterações anteriores.
Antes da cirurgia, é importante esclarecer a possibilidade de cicatriz, as orientações pós-operatórias e as expectativas relacionadas ao formato final do lóbulo, sem garantir um resultado específico.
Nos primeiros dias, podem ocorrer inchaço discreto, vermelhidão e sensibilidade. São fornecidas orientações individualizadas sobre limpeza, proteção da região e acompanhamento da cicatrização. A retirada de pontos, quando necessária, depende da técnica empregada e da evolução local.
Como ocorre em outros procedimentos cirúrgicos, a reconstrução do lóbulo deixa uma cicatriz, cuja aparência pode mudar ao longo do tempo. As características da pele, os cuidados posteriores e a cicatrização individual influenciam sua evolução.
Na consulta, converse sobre a alteração do lóbulo, suas expectativas e os cuidados após a cirurgia. Ao solicitar o agendamento, confirme com a equipe a unidade de atendimento e, caso o procedimento seja indicado, o local de realização.
Se você apresenta rasgamento ou alargamento do lóbulo e deseja conhecer as opções de correção, agende uma consulta dermatológica em Curitiba.
Dúvidas
O uso prolongado de brincos pesados, uma tração acidental, o uso de alargadores e mudanças graduais do tecido ao longo do tempo podem contribuir para o rasgamento ou alargamento do lóbulo.
Geralmente, o procedimento é realizado com anestesia local. O planejamento, incluindo a anestesia e a técnica empregada, depende da avaliação individual.
Sim. A reconstrução envolve um processo de cicatrização, e a aparência da cicatriz varia conforme a técnica e as características individuais. Durante a consulta, é possível conversar sobre as expectativas e os cuidados pós-operatórios.
Em muitos casos, uma nova perfuração pode ser considerada após a cicatrização. O momento e a posição do novo furo devem ser definidos individualmente, evitando recomendações de prazo único para todas as pessoas.
Não necessariamente. A avaliação permite observar a extensão do alargamento, as condições do tecido e quais possibilidades de tratamento fazem sentido para o caso.
Outros caminhos
Próximo passo
Dr. Augusto Galvão
Dermatologista e Tricologista em Curitiba
CRM-PR 52.298 | RQE 38.345

Leitura complementar: recuperação após a correção de orelha rasgada.